Desenvolvida pelas empresas: Compaq, DEC, IBM, Intel, Microsoft, NEC eNorthern Telecom, o USB busca a integração dos computadores / sistemas com a telefonia e para isto, pretende tornar os periféricos conectáveis com qualquer tipo de computador além de permitir o tráfego de dados em alta velocidade.O conector USB dispensa endereços de memória ou protocolos para configuração, evitando conflitos entre periféricos. Um periférico USB é facilmente reconhecido no momento de instalação e não é necessário desligar o computador para substituí-lo por outro equipamento já que será detectado e configurado automaticamente. É o que podemos chamar de máxima flexibilidade.Você não vai sentir falta da sua porta serial !O padrão USB utiliza cabos simples e baratos e através de HUBs externos (espécie de concentrador de portas) é possível plugar até 127 periféricos USB de uma só vez: telefones, modem, teclados, mouses, CD ROM, joystick, Câmeras digitais, scanners e impressoras. Espantado ? Muito Bem, ainda não acabou - o novo padrão transmite dados na velocidade de até 12 Mbits por segundo, muitas vezes mais rápido que os 230 Kbits das portas seriais.Simples, fácil, rápido e amigável.Esqueça aquele drama que é abrir o computador para instalar placas de comunicação. Com o USB você não precisará se aborrecer, ele efetivamente facilita a vida de muita gente: Fotógrafos, Designers, usuários de vídeo conferência, Internet, profissionais da área científica, etc.USB 2.0A segunda versão do USB, chamada USB 2.0 ou High-speed USB, possui uma taxa máxima de transferência de 480 Mbps (aproximadamente 60 MB/s), ou seja, uma taxa maior que a do Firewire e muito maior do que a versão anterior do USB (chamada 1.1), que é a versão que temos hoje em nossos micros e que permite a conexão de periféricos usando taxas de transferência de 12 Mbps (aproximadamente 1,5 MB/s) ou 1,5 Mbps (aproximadamente 192 KB/s), dependendo do periférico.A porta USB 2.0 continua 100% compatível com periféricos USB 1.1. Ao iniciar a comunicação com um periférico, a porta tenta comunicar-se a 480 Mbps. Caso não tenha êxito, ela abaixa a sua velocidade para 12 Mbps. Caso a comunicação também não consiga ser efetuada, a velocidade é então abaixada para 1,5 Mbps. Com isso, os usuários não devem se preocupar com os periféricos USB que já possuem: eles continuarão compatíveis com o novo padrão.Um detalhe importantíssimo é que hubs USB 1.1 não conseguem estabelecer conexões a 480 Mbps para periféricos conectados a eles. Por exemplo, se você tem um teclado USB 1.1 que possua um hub USB 1.1 embutido, periféricos USB 2.0 conectados a esse teclado só conseguirão se comunicar a, no máximo, 12 Mbps com o micro, e não a 480 Mbps. Portanto, você deve prestar muita atenção a esse detalhe.A grande vantagem do USB 2.0 sobre o Firewire é, portanto, a compatibilidade com os periféricos USB já existentes. Lembramos também que o Firewire foi destinado basicamente ao mercado de áudio e vídeo, permitindo que câmeras de vídeo e novos equipamentos de áudio e vídeo profissionais pudessem ser ligados ao micro com um custo muito abaixo do que o hardware normalmente necessário para esse tipo de conexão. Podemos dizer, portanto, que o mercado-alvo do USB e do Firewire são, de certa forma, diferentes. Só agora é que o USB poderá também concorrer nesse mercado, com a sua versão 2.0, e poderá demorar um bom tempo até que apareçam equipamentos de áudio e vídeo com conectores USB |